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A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro

É a afirmação de que o Brasil acredita que pode continuar mudando e construindo um futuro

Publicado: 26 Outubro, 2026 - 09h42 | Última modificação: 26 Outubro, 2026 - 09h46

Escrito por: Centrais Sindicais | Editado por: Luiz Alberto Reis Neto / CONTAC

Paulo Pinto / Agência Brasil
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O novo governo terá a responsabilidade de transformar a esperança renovada em novas realizações

A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro

A vitória do presidente Lula é da esperança e da democracia. É a afirmação de que o Brasil acredita que pode continuar mudando e construindo um futuro de desenvolvimento, justiça social, soberania e vida melhor para todos.

O segundo turno produziu uma extraordinária mobilização democrática e popular. Em todo o país, multiplicaram-se atos, caminhadas e encontros. Milhões de pessoas ocuparam as ruas, de diferentes idades, origens e trajetórias, unidas pela vontade de participar da construção do futuro do Brasil.

Havia algo especialmente poderoso nessa mobilização: alegria. Uma alegria que expressava esperança de que é possível mudar, de que a política pode mobilizar sonhos e de que a ação coletiva pode transformar a realidade.

Foi também uma mobilização construída pela unidade. Centrais sindicais, movimentos sociais e populares, partidos políticos e diferentes organizações da sociedade civil somaram suas forças. E uma nova geração chegou às ruas, com a presença e a energia da juventude renovando a participação política. Na diversidade, construímos unidade em torno da democracia, da justiça social, da soberania e do combate às desigualdades.

Essa energia não pode se encerrar nas urnas. Ela é uma das grandes forças que esta eleição entrega ao próximo período e precisa se transformar em participação permanente, organização social e capacidade de formular respostas novas para os novos desafios.

Durante décadas, Lula ajudou a demonstrar que sonhos coletivos podem se transformar em realidade: sonhos em organização, organização em luta, luta em políticas públicas, políticas públicas em direitos e direitos em transformação concreta da vida de milhões de brasileiros.

Agora começa uma nova etapa.

Fonte: CUT Brasil