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CONTAC reforça unidade sindical e luta por direitos dos trabalhadores

Encontro com o secretário-geral, o islandês Kristjan Bragason, reuniu lideranças sindicais para discutir estratégias de fortalecimento do movimento dos trabalhadores no Brasil e na América Latina.

Publicado: 19 Agosto, 2026 - 08h57 | Última modificação: 19 Agosto, 2026 - 19h08

Escrito por: Luiz Alberto Reis Neto | Editado por: Josimar Cecchin

Divulgação
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Outro ponto de destaque foi a necessidade de avançar na redução da jornada de trabalho

O presidente da Confederação Brasileira Democrática dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação da CUT (CONTAC-CUT), Josimar Cecchin, participou na sexta-feira, 14/08, de uma importante reunião com o secretário-geral da União Internacional dos Trabalhadores da Alimentação (UITA), o islandês Kristjan Bragason. O encontro reuniu lideranças sindicais para discutir estratégias de fortalecimento do movimento dos trabalhadores no Brasil e na América Latina.

Entre os temas abordados estiveram a Conferência Regional Latino-Americana da UITA, as novas filiações no Brasil e o fortalecimento da organização sindical. A ampliação da representação dos trabalhadores e a unidade entre as entidades foram apontadas como fundamentais para enfrentar os desafios atuais e avançar na defesa dos direitos sociais e trabalhistas.

Durante a reunião, Artur Bueno de Camargo, presidente da CNTA Afins e o presidente da CONTAC, Josimar Cecchin e representantes sindicais também destacaram a importância da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de outubro. Para as lideranças, a continuidade de um projeto comprometido com os direitos dos trabalhadores é estratégica para avançar nas pautas da classe trabalhadora.

Outro ponto de destaque foi a necessidade de avançar na redução da jornada de trabalho, sem redução salarial, e no fim da escala 6x1. As lideranças reforçaram que a mudança é necessária para garantir mais qualidade de vida, saúde e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Os participantes também enfatizaram a necessidade de fortalecer a unidade do movimento sindical diante do avanço da extrema direita e da interferência internacional na América Latina, especialmente por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A reunião reforçou a importância da articulação entre as entidades sindicais brasileiras e internacionais para construir uma agenda comum em defesa da democracia, dos direitos trabalhistas, da valorização profissional e de melhores condições de vida para os trabalhadores.